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	<title>Fabão na Contramão</title>
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	<description>&#34;A dead thing can go with the stream, but only a living thing can go against it.&#34; - G. K. Chesterton</description>
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		<title>Diálogos surreais e semi-indecentes</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Sep 2010 19:44:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabão</dc:creator>
				<category><![CDATA[Loucuras e Sandices]]></category>

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		<description><![CDATA[Sendo bem direto, se você tem estômago fraco para duplo sentido ou piadas infames, pare de ler, ok? Vamos economizar constrangimentos. Se continuar lendo, é por sua conta e risco&#8230; ^_^ Diálogo surreal 1: No trabalho: Fabão: &#8211; Uma mulher maneta é uma mulher que não tem mão, certo? Zé: &#8211; Sim. Fabão &#8211; E [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #000000;">Sendo bem direto, se você tem estômago fraco para duplo sentido ou piadas infames, pare de ler, ok? Vamos economizar constrangimentos.</span></p>
<p><span style="color: #000000;"> </span></p>
<p><span style="color: #000000;">Se continuar lendo, é por sua conta e risco&#8230; ^_^</span></p>
<p><span style="color: #000000;"><br />
</span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Diálogo surreal 1:</strong></span></p>
<p><span style="color: #000000;">No trabalho:</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Fabão: &#8211; Uma mulher maneta é uma mulher que não tem mão, certo?</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Zé: &#8211; Sim.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Fabão &#8211; E uma mulher que não tem buço? É uma bigodeta? (tem que falar antes que as pessoas falem sem pensar&#8230;)</span></p>
<p><span style="color: #000000;"> </span></p>
<p><span style="color: #000000;"> </span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Diálogo surreal 2:</strong></span></p>
<p><span style="color: #000000;">Mais tarde, na casa da Mamma:</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Mamma: &#8211; Eu já fiz tanta lembrancinha que quando for o casamento da Tutuxa eu não tenho mais idéia&#8230;</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Pappa: &#8211; Faz a mulher sem buço. hahahahahahaha</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Fabão: &#8211; Só vai ter que comprar um monte de Bombril&#8230; hahahaahahahahaha</span></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Reflexão</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Aug 2010 18:57:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabão</dc:creator>
				<category><![CDATA[Refletindo]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Não basta a leitura sem a unção, não basta a especulação sem a devoção, não basta a pesquisa sem maravilhar-se; não basta a circunspecção sem o júbilo, o trabalho sem a piedade, a ciência sem a caridade, a inteligência sem a humildade, o estudo sem a graça&#8221;. (São Boaventura de Bagnoreggio).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Não basta a leitura sem a unção, não basta a especulação sem a devoção, não basta a pesquisa sem maravilhar-se; não basta a circunspecção sem o júbilo, o trabalho sem a piedade, a ciência sem a caridade, a inteligência sem a humildade, o estudo sem a graça&#8221;. (São Boaventura de Bagnoreggio).</p>
]]></content:encoded>
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		<title>A Parábola do Rato</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Aug 2010 19:20:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabão</dc:creator>
				<category><![CDATA[Hora do recreio]]></category>

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		<description><![CDATA[Eu sou um cara impaciente com certas coisas específicas. Se eu recebo um e-mail com o assunto &#8220;FW: LINDO!!!!!! Tente ver sem chorar!&#8221; eu deleto sem pensar duas vezes, e faço questão de nao abrir. Talvez por isso eu não conheça a Parábola do Rato, mas sua continuação é óbvia e por isso me diverti [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu sou um cara impaciente com certas coisas específicas. Se eu recebo um e-mail com o assunto &#8220;FW: LINDO!!!!!! Tente ver sem chorar!&#8221; eu deleto sem pensar duas vezes, e faço questão de nao abrir.</p>
<p>Talvez por isso eu não conheça a Parábola do Rato, mas sua continuação é óbvia e por isso me diverti deveras com a versão que recebi por e-mail esta <span style="color: #000000;">semana&#8230;</span></p>
<p><span style="color: #000000;"><br />
</span></p>
<p><strong><span style="color: #000000;">A Parábola do Rato</span></strong></p>
<p>Certo dia, um homem entrou numa loja de antigüidades e se deparou com uma belíssima estátua de um rato. Bestificado com a beleza da obra de arte, ele correu ao balcão e perguntou o preço ao vendedor:</p>
<p>- Quanto custa?</p>
<p>- A peça custa R$ 50 e a história do rato custa R$ 1.000.</p>
<p>- O quê? Você ficou maluco? Vou levar só a obra de arte.</p>
<p>Feliz e contente o homem saiu da loja com sua estátua debaixo do braço. À medida que ia andando, percebeu mortificado que inúmeros ratos saíam das lixeiras e bocas de lobo na rua e passaram a segui-lo.</p>
<p>Correndo desesperado, o homem foi até o cais do porto e atirou a peça com toda a sua força para o meio do oceano. Incrédulo, viu toda aquela horda de ratazanas se jogarem atrás e morrerem afogadas.</p>
<p>Ainda sem forças, o homem voltou para o antiquário e o vendedor disse:</p>
<p>- Veio comprar a história, não é?</p>
<p>- Não! Eu só queria ver se você não tem aí uma estátua do Roriz!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Há algo errado&#8230;</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Aug 2010 17:33:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabão</dc:creator>
				<category><![CDATA[No dos outros...]]></category>
		<category><![CDATA[Refletindo]]></category>

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		<description><![CDATA[Vi no Ler a Vida, e publico aqui na íntegra, com grifos meus&#8230; Alguma coisa está fora da ordem Algo está errado no mundo. Ou, no mínimo, estranho. Teorias da conspiração à parte - e deixando de lado qualquer espécie de fanatismo ideológico, seja ele religioso ou não -, o certo é que tem alguma coisa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vi no <a href="http://www.leravida.com/" target="_blank">Ler a Vida</a>, e publico aqui na íntegra, com grifos meus&#8230;</p>
<h2><a href="http://www.leravida.com/2010/08/01/alguma-coisa-esta-fora-da-ordem/" target="_blank">Alguma coisa  está fora da ordem</a></h2>
<div>
<p>Algo está errado no mundo. Ou, no mínimo, estranho.</p>
<p>Teorias da conspiração à parte - e deixando de lado qualquer espécie  de fanatismo ideológico, seja ele religioso ou não -, o certo é que tem  alguma coisa esquisita, fora da ordem.</p>
<p><strong>Nunca fomos tão individualistas. </strong>Nunca pensamos tanto em nós mesmos. O  que interessa é o “meu” emprego, o “meu” salário, a “minha” tal  estabilidade, a “minha” família, o “meu” sucesso, o “meu” futuro.  Dane-se o resto.</p>
<p><strong>Como consequência, nunca fomos tão sós</strong>, apesar de tantas companhias.  Nunca tivemos tanto medo do outro. Nunca sofremos tanto com a violência.  A desigualdade social assustadora, os abismos, nada disso nos  sensibiliza mais.</p>
<p><strong>Nunca fomos tão intolerantes. </strong>Em casa, no casamento, no trabalho, no  trânsito. Até os mais mansos dos mansos aderiram ao discurso de não  levar desaforo pra casa. Nunca fomos tão brigões. Nunca gritamos tanto.</p>
<p>Como consequência, <strong>nunca fomos tão chatos. A lamúria virou regra.</strong> Reclamamos de tudo e todos. Nada mais nos satisfaz. <strong>Conseguimos  transformar senso crítico em intolerância.</strong></p>
<p>A guerra de sexos nunca provocou tanto estrago em nós. As mulheres se  perderam em um feminismo insano. E nós homens descobrimos nossa  fragilidade da forma mais trágica possível.</p>
<p>E o sexo, sexo mesmo, também nunca provocou tanto estrago em nós. Na  tv, ouvi esses dias um jovem dizendo que “já fu… com a irmã”. Às  gargalhadas, contou que quando o incesto foi consumado, ele estava  bêbado. Ela, drogada.</p>
<p>Ainda diante da tv, presenciei recentemente uma “especialista em  sexo” decretando que em pouco tempo já não teremos mais a divisão  homem/mulher, heterossexual/homossexual/bissexual,  monogâmico/poligâmico.</p>
<p>Os pais não podem mais dar palmadas nos filhos, sob o surreal risco  de irem parar na cadeia. Virou lei. O presidente sancionou, alegando que  é necessário criminalizar os espancamentos. Ora, ora, espancar já é  crime. Não era o espancamento que estava em jogo.</p>
<p>Sem palmadas, sem limites, nossas crianças crescem em busca de poder.  <strong>Nunca fomos – crianças ou não – tão sedentos pelo poder. </strong>Não basta mais  ser rico, milionário. É preciso ter poder. Muito poder. Assim, nunca  fomos tão falsos. Tão infiéis. Tão traíras. Tão lobos vestidos de  cordeiro.</p>
<p>Com poder em mãos, ou em busca de, nunca fomos tão sedentos  de perfeição. <strong>Não aceitamos mais defeitos, limitações, frustrações. Não  engolimos mais derrotas, inevitáveis. </strong>Queremos o corpo impecável - para  sustentar nosso poder, nossa intolerância, nosso individualismo, nosso  sexo.</p>
<p><strong>Como consequência, estamos morrendo. Fisicamente, espiritualmente. </strong>E  estamos morrendo como somos: imperfeitos.</p>
<p>Algo, definitivamente, está errado.</p>
</div>
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		<title>Mídia, informação, lendas e fatos</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Jul 2010 19:57:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabão</dc:creator>
				<category><![CDATA[Refletindo]]></category>

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		<description><![CDATA[Vi hoje no Caia na Real: &#8220;A população brasileira não é informada. Ela é manipulada, corrompida e imbecilizada diariamente em nome do &#8216;bom jornalismo&#8217;. O que se faz no Brasil, e mais especificamente na TV, não é jornalismo, é colunismo social maquiado, é publicidade mascarada.&#8221; (Luciana Lopez) Não sei quem é Luciana Lopez&#8230; Sei que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vi hoje no <a href="http://caianareal.blogspot.com/2010/07/informacao-ou-manipulacao.html" target="_blank">Caia na Real</a>:</p>
<p><span>&#8220;A população brasileira não é informada. Ela é manipulada, corrompida e imbecilizada diariamente em nome do &#8216;bom jornalismo&#8217;. O que se faz no Brasil, e mais especificamente na TV, não é jornalismo, é colunismo social maquiado, é publicidade mascarada.&#8221;</span><br />
(Luciana Lopez)</p>
<p>Não sei quem é Luciana Lopez&#8230; Sei que o autor tirou a citação do <a href="http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos.asp?cod=599TVQ004" target="_blank">Observatório da Imprensa</a> graças ao <a href="http://www.google.com.br/" target="_blank">oráculo</a>, e gostaria de comentar a respeito, com foco diferente do artigo original&#8230;</p>
<p>As primeiras pessoas que se colocaram a pensar a comunicação de massa no meio acadêmico atribuíam à comunicação um poder, quase mágico, de formar opiniões. A primeira teoria fala das agulhas hipodérmicas, que injetam o remédio ou o veneno diretamente na veia, e comparam a comunicação a uma agulha que define o pensamento do leitor/espectador.</p>
<p>Esse conceito foi depois revisto, mas de certa forma permanece até hoje (alguém aí já ouviu falar em &#8220;formadores de opinião&#8221;?), tamanha foi a popularidade da teoria.</p>
<p>Hoje em dia compreendemos que vários fatores influenciam a opinião do indivíduo, e também sabemos que a imparcialidade jornalística é lenda. Que editor autoriza uma notícia que prejudique o maior acionista do jornal e permanece no cargo?</p>
<p>Só que, sendo a imparcialidade impossível, os jornais brasileiros continuam querendo passar para o leitor a imagem de veículo imparcial. Essa parcialidade escondida é duramente criticada no meio acadêmico hoje, pois desde que o leitor saiba que o veículo tem uma tendência, um comprometimento ou um &#8220;rabo preso&#8221;, não há tanto problema em ser parcial, desde que respeitadas algumas regras básicas, como ouvir todos os lados de uma história.</p>
<p>É por causa dessa parcialidade mascarada que concordo com a Luciana Lopez que &#8220;o que se faz no Brasil, e mais especificamente na TV, não é jornalismo, é colunismo social maquiado, é publicidade mascarada.&#8221;</p>
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