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	<title>Fabão na Contramão &#187; Refletindo</title>
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	<description>&#34;A dead thing can go with the stream, but only a living thing can go against it.&#34; - G. K. Chesterton</description>
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		<title>A Vida da Gente</title>
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		<pubDate>Sat, 21 Jan 2012 21:29:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabão</dc:creator>
				<category><![CDATA[Refletindo]]></category>

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		<description><![CDATA[Assisti à primeira semana da novela &#8220;A Vida da Gente&#8221;. Afora esses poucos capítulos, assisto eventualmente quando estou na casa de alguém que está assistindo. Com as outras novelas em cartaz acontece a mesma coisa, exceto que não acompanhei a primeira semana. Na verdade sempre fui noveleiro, mas de uns anos para cá minha paciência [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Assisti à primeira semana da novela &#8220;A Vida da Gente&#8221;. Afora esses poucos capítulos, assisto eventualmente quando estou na casa de alguém que está assistindo. Com as outras novelas em cartaz acontece a mesma coisa, exceto que não acompanhei a primeira semana.</p>
<p>Na verdade sempre fui noveleiro, mas de uns anos para cá minha paciência com as novelas tem diminuído e temnho parado de asistir. Fiquei a início pensando se a qualidade das novelas havia caído com o passar do tempo, mas assistindo a uns capítulos de &#8220;Mulheres de Areia&#8221; percebi que o que aconteceu, na verdade, não foi uma redução da minha paciência, mas um aumento do meu senso crítico. Mas mesmo assim, acho que as novelas, recentemente, resolveram passar dos limites.</p>
<p>O estilo &#8220;novela&#8221; se caracteriza por diversas subtramas que se entrelaçam à trama central e que vão sendo &#8220;desfeitas&#8221; nos últimos capitulos. Seja na TV ou na literatura, essa é a característica que define o estilo.</p>
<p>A novela das &#8220;6&#8243;, que dá nome a este post, e que tem esse nome porque refletiria o que acontece na vida das pessoas comuns, é <strong>completamente</strong> inverossímil, simplesmente não dá para engolir. Na verdade, fico pensando que gostaria de conhecer as &#8220;pessoas comuns&#8221; que &#8220;inspiraram&#8221; as histórias da novela.</p>
<p>Isso aliado aos valores que perpassam as tramas e diálogos (na verdade falta de valores), me leva a não assistir, e não compreender porque as pessoas assistem. Mas o mundo tem muitos mistérios, e esse, para mim, é só mais um&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>O Cético e o Lúcido</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Nov 2011 16:48:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabão</dc:creator>
				<category><![CDATA[No dos outros...]]></category>
		<category><![CDATA[Refletindo]]></category>

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		<description><![CDATA[Copiado do Tio Bigode&#8230; &#160; &#8220;O CÉTICO E O LÚCIDO No ventre de uma mulher grávida estavam dois bebês. O primeiro pergunta ao outro: - Você acredita na vida após o nascimento? - Certamente. Algo tem de haver após o nascimento. Talvez estejamos aqui principalmente porque nós precisamos nos preparar para o que seremos mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Copiado do <a href="http://rapadurapower.wordpress.com/">Tio Bigode</a>&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;">&#8220;<strong>O CÉTICO E O LÚCIDO</strong></p>
<p>No ventre de uma mulher grávida estavam dois bebês. O primeiro pergunta ao outro:</p>
<p>- Você acredita na vida após o nascimento?</p>
<p>- Certamente. Algo tem de haver após o nascimento. Talvez estejamos aqui principalmente porque nós precisamos nos preparar para o que seremos mais tarde.</p>
<p>- Bobagem, não há vida após o nascimento. Como verdadeiramente seria essa vida?</p>
<p>- Eu não sei exatamente, mas certamente haverá mais luz do que aqui. Talvez caminhemos com nossos próprios pés e comeremos com a boca.</p>
<p>- Isso é um absurdo! Caminhar é impossível. E comer com a boca? É totalmente ridículo! O cordão umbilical nos alimenta. Eu digo somente uma coisa: a vida após o nascimento está excluída – o cordão umbilical é muito curto.</p>
<p>- Na verdade, certamente há algo. Talvez seja apenas um pouco diferente do que estamos habituados a ter aqui.</p>
<p>- Mas ninguém nunca voltou de lá, depois do nascimento. O parto apenas encerra a vida. E afinal de contas, a vida é nada mais do que a angústia prolongada na escuridão.</p>
<p>- Bem, eu não sei exatamente como será depois do nascimento, mas com certeza veremos a mamãe e ela cuidará de nós.</p>
<p>- Mamãe? Você acredita na mamãe? E onde ela supostamente está?</p>
<p>- Onde? Em tudo à nossa volta! Nela e através dela nós vivemos. Sem ela tudo isso não existiria.</p>
<p>- Eu não acredito! Eu nunca vi nenhuma mamãe, por isso é claro que não existe nenhuma.</p>
<p>- Bem, mas às vezes quando estamos em silêncio, você pode ouvi-la cantando, ou sente como ela afaga nosso mundo. Saiba, eu penso que só então a vida real nos espera e agora apenas estamos nos preparando para ela…&#8221;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Qualquer semelhança com outras conversas sobre a vida futura, o ser que nos sustenta e nossa postura com relação à vida <strong>não é</strong> mera coincidência&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>A liberdade que o PT nunca quis</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Jun 2011 20:38:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabão</dc:creator>
				<category><![CDATA[Refletindo]]></category>

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		<description><![CDATA[O Congresso discute a possibilidade de abertura de documentos sigilosos à consulta pública. Documentos do tempo do Barão do Rio Branco e da Guerra do Paraguai. Dilma é contra. O PT diz que é a favor. Diz. Eu duvido. Duvido porque Dilma governa com mão de ferro justamente por ser fiel aos ideais do partido, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Congresso discute a possibilidade de abertura de documentos sigilosos à consulta pública. Documentos do tempo do Barão do Rio Branco e da Guerra do Paraguai.</p>
<p>Dilma é contra. O PT diz que é a favor. Diz. Eu duvido.</p>
<p>Duvido porque Dilma governa com mão de ferro justamente por ser fiel aos ideais do partido, que é totalitarista até a última gota de tinta vermelha da bandeira.</p>
<p>O partido agora faz uma ceninha só para contrariar a chefa, mas é importante dizer: o PT, como o marxismo de onde ele vem, não é afeito à liberdade alheia. Muito menos à democracia e à transparência.</p>
<p>Repito: duvido que passe. Mas espero sinceramente estar errado.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>A verdade e as &#8220;verdades&#8221;</title>
		<link>http://www.fabaonacontramao.com.br/2011/03/04/a-verdade-e-as-verdades/</link>
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		<pubDate>Fri, 04 Mar 2011 18:04:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabão</dc:creator>
				<category><![CDATA[Refletindo]]></category>

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		<description><![CDATA[Vi um link no Deus lo Vult! muito interessante. Vou postá-lo e depois refletir a respeito. www.youtube.com/watch?v=QCwnVkO0oLs Eu sempre achei uma bobagem essa coisa de a verdade ser relativa. Isso para mim é coisa de quem quer justificar o injustificável. Que Deus perdoe minha falta de tato neste caso. Acontece que a verdade existir e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vi um link no <a href="http://www.deuslovult.org/2011/03/03/red-baloon/" target="_blank">Deus lo Vult!</a> muito interessante. Vou postá-lo e depois refletir a respeito.</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=QCwnVkO0oLs">www.youtube.com/watch?v=QCwnVkO0oLs</a></p>
<p>Eu sempre achei uma bobagem essa coisa de a verdade ser relativa. Isso para mim é coisa de quem quer justificar o injustificável. Que Deus perdoe minha falta de tato neste caso.</p>
<p>Acontece que a verdade existir e ser absoluta é algo tão óbvio que não dá para entender a afirmação em contrário. Afirmar que a verdade é algo relativo implica em que essa afirmação seja obrigatoriamente relativizada como verdade, ou seja, implica em admitir a verdade como algo absoluto. É uma afirmação ilógica <em>per se</em>. Não precisa nem ser refutada.</p>
<p>E hoje vivemos isso. Temos que respeitar as &#8220;verdades&#8221; alheias, mas ninguém está disposto a respeitar a Verdade, que existe, ou melhor, que <strong>É</strong>. E <strong>É</strong> sem depender que alguém acredite. Não apenas <strong>É</strong> absoluta, mas também <strong>É</strong> de forma absoluta.</p>
<p>Querer chamar uma interpretação, um ponto de vista, um achismo ou uma reflexão sincera e profunda de verdade é uma pretensão absurda! É querer igualar o mutável ao imutável, o passageiro ao perene, o relativo ao absoluto. É praticamente uma esquizofrenia filosófica.</p>
<p>Daí temos a situação atual em que a &#8220;verdade&#8221; de uma minoria tem que ser aceita por todos em nome dos &#8220;direitos humanos&#8221; ou da &#8220;eqüidade&#8221; ou da &#8220;laicidade&#8221; do Estado.</p>
<p>Não digo que a &#8220;verdade&#8221; da maioria tenha que prevalecer, pois isso seria igualmente ilógico. Digo apenas que há pessoas que não têm padrões morais e confundem qualquer traço de moralidade com intolerância. E querem que se aceite e se aplauda o imoral <strong>como se isso fosse devido</strong>! O_o</p>
<p>E tudo porque uma minoria pegou sua interpretação, ponto de vista, achismo ou reflexão sincera e profunda e alçou essas coisas à categoria de &#8220;verdade&#8221;.</p>
<p>Honestamente, não sou obrigado a aceitar isso. Ninguém é.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Aparando arestas</title>
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		<pubDate>Sun, 13 Feb 2011 22:22:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabão</dc:creator>
				<category><![CDATA[Coração de Papelão]]></category>
		<category><![CDATA[Eu e meu ego]]></category>
		<category><![CDATA[Refletindo]]></category>

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		<description><![CDATA[É difícil ser colocado frente a frente com seus defeitos, e mesmo que você não tenha necessariamente sido o estopim do problema, você contribuiu com seus erros do passado. Foram palavras impensadas, atitudes soberbas e, até certo ponto, egoístas. Certamente eu gostaria de ser perfeito, porém sou tão orgulhoso que não aceito meus próprios defeitos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É difícil ser colocado frente a frente com seus defeitos, e mesmo que você não tenha necessariamente sido o estopim do problema, você contribuiu com seus erros do passado.</p>
<p>Foram palavras impensadas, atitudes soberbas e, até certo ponto, egoístas. Certamente eu gostaria de ser perfeito, porém sou tão orgulhoso que não aceito meus próprios defeitos (que Deus me perdoe e me ajude).</p>
<p>E mesmo que essas atitudes tenham ficado no passado, repercutem e reverberam no presente. Se pudesse, eu voltaria no tempo e desfaria várias das coisas que fiz, e desfalaria muito do que falei. Calaria mais, ouviria mais e falaria com outras intenções. Acontece que não posso.</p>
<p>O que posso fazer é lidar com meu passado e construir o futuro, vivendo o hoje e tentando acertar, mesmo tendo errado tanto.</p>
<p>O domingo começou alegre. Termina triste, mas esperançoso.</p>
]]></content:encoded>
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