Igreja

Paixão

Posted in Igreja, Refletindo on abril 2nd, 2010 by Fabão – Comentários desativados

O sacrário está vazio.

O altar está nu.

Meu Senhor morreu pagando por meus pecados.

Guardo silêncio.

Identidade

Posted in Igreja, Refletindo on março 31st, 2010 by Fabão – Comentários desativados

“O homem tem sua verdadeira identidade revelada quando se senta à mesa com Nosso Senhor Jesus Cristo. É na Mesa da Eucaristia que nosso coração fica nu.” – Frei Hoslan, na homilia da Terça-feira Santa.

Se você quer saber quem é, e o que Deus espera de você, vá à Missa, confesse-se com regularidade e comungue. “É na Mesa da Eucaristia que nosso coração fica nu.”

Como eu já comentei aqui, citando a Gaudium et Spes, é Deus que “revela o homem a si mesmo plenamente”.

Mostra-nos, Senhor, quem somos, para que possamos te adorar em espírito e verdade, sem máscaras, com os corações desnudados. Amém!

Anunciação

Posted in Igreja on março 25th, 2010 by Fabão – Comentários desativados

25 de Março, dia da Anunciação do Senhor. O anjo ajoelhou-se diante da Rainha, proclamou seu estado, saudou-a com formalidade e com certa reverência. Tal humildade da mais excelsa das criaturas diante da Mãe do Criador só pode ser admirada e imitada por nós.

Hoje é o dia, por excelência, para rezarmos o Angelus. Reproduzo abaixo em latim, a língua da Igreja, e em português. Rezemos:

V. Angelus Domini nuntiavit Mariæ.

R. Et concepit de Spiritu Sancto.

Ave Maria, gratia plena, Dominus tecum. Benedicta tu in mulieribus, et benedictus fructus ventris tui, Iesus.
Sancta Maria, Mater Dei, ora pro nobis peccatoribus, nunc et in hora mortis nostræ. Amen.

V. Ecce Ancilla Domini.

R. Fiat mihi secundum Verbum tuum.
Ave Maria…

V. Et Verbum caro factum est.

R. Et habitavit in nobis.
Ave Maria…

V. Ora pro nobis, Sancta Dei Genetrix.

R. Ut digni efficiamur promissionibus Christi.

Oremus: Gratiam tuam quæsumus, Domine, mentibus nostris infunde; ut qui, angelo nuntiante, Christi Filii tui Incarnationem cognovimus, per passionem eius et crucem, ad resurrectionis gloriam perducamur.
Per eumdem Christum Dominum nostrum. Amen.

V. O Anjo do Senhor anunciou a Maria.

R. E Ela concebeu do Espírito Santo.

Ave Maria cheia de graça, o Senhor é convosco. Bendita sois vós entre as mulheres, e bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus.
Santa Maria, mãe de Deus, rogai por nós, pecadores, agora e na hora da nossa morte. Amém.

V. Eis aqui a serva do Senhor.

R. Faça-se em mim segundo a vossa palavra.
Ave Maria…

V. E o Verbo se fez carne ou então E o Verbo divino encarnou.

R. E habitou entre nós.
Ave Maria…

V. Rogai por nós, Santa Mãe de Deus.

R. Para que sejamos dignos das promessas de Cristo.

Oremos: Infudi, Senhor, nós vos pedimos, em nossas almas a vossa graça, para que nós que conhecemos pela anunciação do anjo, a encarnação de Jesus Cristo, vosso Filho, cheguemos por sua paixão e sua cruz à glória da ressureição.
Pelo mesmo Jesus Cristo, Senhor nosso. Amém.

Quando as Coisas Acontecem

Posted in Coração de Papelão, Igreja, Refletindo on março 24th, 2010 by Fabão – Comentários desativados

Li um artigo no excelente Uma só carne. O artigo é do seminarista Valdoir dal Berto, dos Legionários de Cristo, e fala sobre o amadurecimento do relacionamento entre homem e mulher.

Ler um seminarista comentando o assunto com essa maturidade me faz pensar como algumas pessoas podem achar que padres não podem opinar sobre relacionamento homem-mulher, já que não podem tê-lo. Falácia.

Que tenhamos, com a Graça de Deus, relacionamentos cada vez mais maduros. Amém!

Segue o artigo completo, e o link original está aqui.

Quando as Coisas Acontecem

Já passou o tempo do primeiro beijo. Beijinho pra cá e beijinho pra lá. Cadê aquele abraço? Amor como está você? Agora, só xingamentos daqui, gritos e discussões de lá. Será que tudo acabou…?

Todas as novelas de amor começam iguais: um olhar, um gesto, uma brincadeirinha. Inicia assim uma estrada a dois. Ela conhece os gostos dele: futebol, carne mal passada… Ele sabe que ela gosta de rosas vermelhas, de comer pizza no restaurante… Nos finais de semana estão juntos, e não só, se possível todos os dias uma ligadinha, uma visitinha rápida, um sms.

A doença do primeiro encontro começa quando o namoro não acaba mais; ainda não estamos falando de amor verdadeiro. Do beija-beija sentimental, que perdura por dois ou três anos até se chegar a uma decisão: e se juntamos nossas trouxas! Dizem que morar na casa dos pais da namorada virou moda. Justifica-se no amor seguro: sei onde está minha filha, com quem anda, etc. Tudo sem compromisso; quer dizer, um amor de interesses, justificado nos sentimentos, emoções, aventuras passadas juntos, conveniências. Este tipo de comportamento tem selada, como promessa, um grande fracasso.

A outra opção, a daqueles que sim se casam no papel e diante do Altar, porém na imaturidade da vida. O ponto de partida é a falta de conhecimento de si mesmo e da outra pessoa. A realidade da vida concreta pode surpreender todas as expectativas. Por exemplo, qual a reação ao primeiro grito recebido do cônjuge? Ela nunca agiu assim antes! Ou quando o marido chega com cheiro de cerveja: “Nós tínhamos combinado que nada de bebedeiras, não é?” As imagens preconcebidas, o modelo ideal que um fez do outro não se liga com a realidade.

O início desta atitude é só a ponta do iceberg, ou a bolinha de neve que começa a despencar da montanha. A avalanche mesma vai começar a se produzir. Ainda estamos falando de um amor só de interesses. A avalanche começa a engrossar quando, em seu centro, existe o egoísmo da pessoa. Pensar em si mesmo não é pecado, mas sim abusar do próprio ego. Focaliza-se só os próprios padecimentos: as coisas devem ser feitas do jeito que eu quero! O ciúme, por exemplo, escraviza na angústia egoística. “Será que meu marido me está traindo?”

Descendo a grande montanha da vida, nos encontramos com outros problemas pessoais: a vaidade. Expressões como: “eu sim faço as coisas”; “eu me sacrifico pelos filhos, enquanto você vagabundeia”. Até mesmo o fato de se achar superior ao outro: “ele está comigo só por que precisa de mim, quer ser sustentado”. Onde já não estão os dois juntos e cada um for por seus interesses pessoais, ali se monta a pior das avalanches: a destruição de uma cidade, a cidade do matrimônio.

Graças a Deus, nem tudo é catástrofe. Sempre há esperança quando se quer construir juntos uma vida inteira. Dificuldades, todos temos, a questão é como administramos essas dificuldades juntos. A sugestão nasce da experiência do amor desinteressado, ou seja, do amor de doação. Daquele amor primeiro que cada dia cresce com ações concretas. É realmente fazer o esforço por pensar no outro: quando se chega cansado do trabalho, ainda assim um esforço por dar um beijinho na esposa, dizer-lhe uma palavrinha de consolo e carinho, dizer que a comida está gostosa…

Claro que isso leva consigo um requisito: a abnegação. Palavra que os jornais, revistas e livros, e até mesmo os dicionários já esqueceram. Contudo, ab-negare: prescindir de alguma coisa negando a si mesmo. Até mesmo algo que se precisa, com tal de fazer feliz o outro, como pode ser deixar de ir jantar com os amigos para estar com a família; definir um tempo durante o trabalho para ligar para a esposa e saber como ela está; a gratidão pela comida que ela preparou… Bobagens, quem sabe, mas seria melhor classificarmos como gestos de amor.

O miolo dessas atitudes é a maturidade com a qual o casal enfrenta uma unidade a dois, que logo se transforma numa família, graças à fecundidade. Seu sucesso é a esperança no amanhã que se concretiza, cada dia, num novo sim ao amor. Quando o querer bem ao outro não aumenta, automaticamente diminui. Não pode permanecer igual ou indiferente. Quem tem um tesouro sabe apreciar. Valoriza na medida em que conhece o preço da jóia. Pelo contrário, quem joga as pérolas aos porcos é verdadeiramente tolo. Quem trai seu matrimônio é porque no fundo nunca descobriu o seu valor.

Hic est Filius meus dilectus

Posted in Igreja on fevereiro 17th, 2010 by Fabão – Comentários desativados

 

 

…et ecce aperti sunt ei caeli, et vidit Spiritum Dei descendentem sicut columbam et venientem super se. Et ecce vox de caelis dicens: “Hic est Filius meus dilectus, in quo mihi complacui”. (Evangelium secundum Matthaeum 3, 17)

O Amor de Deus

Posted in Igreja, Refletindo on janeiro 18th, 2010 by Fabão – Comentários desativados

Texto novo no Tau Francisco. Como de costume, o link está aqui, mas a íntegra segue abaixo.

Abraços,

Fabão

O Amor de Deus

“O Amor se dá e se derrama. Não é devido, não é cobrado, é Graça!”

Foi particularmente difícil escolher o tema deste primeiro texto de 2010. Pensei em comentar as barbaridades do Plano de “Direitos Humanos” do governo Lula, pensei em falar da Misericórdia, pensei em falar das vestes litúrgicas do sacerdote, pensei em comentar notícias católicas pelo mundo, mas há um tema recorrente na minha vida, e não podia deixar de ser assim… Então falemos do amor do Amor.

O amor de Deus não é algo ao alcance da compreensão humana. Só podemos compreender minimamente o amor de Deus quando olhamos o mundo com os olhos cheios de amor, e eu diria cheios do Amor.

A própria existência humana é um ato de amor do Pai, especialmente depois do pecado original, pois diante de tão grande e maravilhoso Criador, diante do imensurável amor de Deus; a desobediência poderia ser justamente punida com a aniquilação da criatura, mas não o foi.

E por que o pecado de Adão não resultou na extinção da humanidade? Porque Deus criou o homem na liberdade e para aderir livremente a Deus, só que a liberdade que Deus dá ao homem não é direito do homem, não é algo que possamos reivindicar como nosso, nesse sentido possessivo que vemos tanto nos nossos dias. O livre arbítrio nasce da liberalidade, do Amor e da Misericórdia do Criador, que não quer adoradores desprovidos de senso crítico, mas pessoas que desejem a união com Deus de forma livre e consciente. O homem torna-se então livre para dizer sim ou não a Deus.

Diante dessa liberdade, Eva é seduzida pela serpente, da mesma forma que Adão é seduzido. E então começa o mais maravilhoso ato de Amor de Deus: a salvação do gênero humano.

Costumamos falar da salvação lembrando-nos de seu acontecimento central, que é a encarnação do próprio Deus no meio de nós, sua paixão e ressurreição. No entanto, não podemos esquecer que essa é a realização do plano de salvação de Deus, mas todo plano é um processo, e a salvação se concretiza em Cristo, mas não começa no seu nascimento. A salvação começa no momento em que Adão sai do Éden. A expulsão foi justa, mas o Senhor não abandona seus amados, e busca revelar-se ao homem, que não o vê mais como via no paraíso.

O resultado? Abraão, Noé, Moisés, a Lei, os profetas. Todo o Antigo Testamento mostra a labuta de Deus no intuito de revelar-se ao homem, de preparar o homem para a chegada do Cordeiro, para a salvação, de mostrar ao homem o que é o homem e qual sua vocação. Então vem Jesus, na plenitude dos tempos, no ápice da história da salvação, mostrar-nos até onde vai o Amor de Deus. É Jesus a plenitude da revelação, o Messias esperado, o ungido do Senhor!

É ele que “revela o homem a si mesmo plenamente e descobre-lhe a sua sublime vocação” (Constituição Pastoral Gaudim et Spes, 22). Em Jesus, o ser humano vê o Senhor face a face novamente, não chora mais o nosso coração com saudade do paraíso, pois o Céu desceu à Terra, nosso Deus está aqui!

Se a medida antes era a Lei, agora é o amor, ou melhor, o Amor, pois a lei existia para nos levar a Cristo (Gl 3, 24), para levar-nos ao Amor. O mesmo Amor que luta pelo homem desde o pecado original, que aceita o arrependimento e o ato de contrição do criminoso que foi crucificado ao seu lado (Lc 23, 39-43), que olha para o homem pecador e se compadece, e tal compaixão (fruto do amor) é tão arrebatadora que prostitutas abandonam sua vida anterior, homens deixam seu ofício apenas para segui-lo (MT 4, 18-22), pecadores reconhecem que não são merecedores da presença do Amor, mas reconhecem nele a salvação (MT 8, 5-8).

Mas o Amor se dá e se derrama. Não é devido, não é cobrado, é Graça!

Que saibamos corresponder a este Amor tão grande e tão maravilhoso. E que neste ano de 2010 sejamos repletos de amor, para que irradiemos a face do Senhor por onde passarmos! Amém!

Esportista não praticante

Posted in Igreja, Refletindo on janeiro 5th, 2010 by Fabão – 2 Comments

Escrevi recentemente um texto para o Tau Francisco, contendo uma reflexão sobre um texto do Fred. É um assunto que sempre me intrigou e incomodou, pois entendo que religião implica em prática religiosa, não só em afirmar-se religioso. O link para a reflexão no Tau está aqui.

 

Esportista Não Praticante

Dois amigos se encontram e um pergunta ao outro:
– E aí, cara? Há quanto tempo, hein? Como vão as coisas?
– Muito tempo mesmo. Tudo bem. E com você?

– Tudo tranqüilo. Você ainda joga futebol? Eu lembrei que você jogava profissionalmente…
– Jogo sim. Mas jogo num time que não participa dos campeonatos promovidos pela CBF.

– Como assim?
– É porque eu discordava de muitas regras do futebol. Então me uni a um grupo de amigos que também discordavam de algumas regras e montamos um grupo que joga de forma independente.

– Interessante…
– Pois é. Começamos a jogar com um grupo pequeno. Aí fomos chamando outras pessoas e tentando convencê-las que as regras da FIFA não são corretas. Nosso grupo foi crescendo e já estamos atuando em mais de dez países em três continentes.

– Mas que regras são essas?
– Ah, são várias. Por exemplo: não concordamos com a regra do impedimento. Pra nós, para ocorrer um impedimento depende do jogador que está entre o último jogador de defesa e a meta. Se o jogador “impedido” tiver um numero ímpar na camisa, só será impedimento se o jogador mais próximo dele for ímpar também.

– Que estranho…
– Estranho nada. Foi lendo a regra original escrita em 1863 pela Football Association da Inglaterra que chegamos a essas conclusões. Afinal de contas, lendo a regra original podemos todos chegar às mesmas conclusões.

– …
– Outro exemplo de regra que não concordamos é a do pênalti. Aliás as áreas são completamente diferentes. Em primeiro lugar, não existe pequena área. Ela não serve pra nada mesmo. Só temos a grande área. E ela não é retangular. Ela é uma área circular com raio de quinze metros ao redor da marca do pênalti. Nós só consideramos pênalti se a infração ocorrer dentro da área e o jogador que ataca não estiver olhando para o marcador. Se ele estiver olhando ele tem obrigação de desviar da falta. Se ele estiver olhando e cair, é punido com o cartão laranja, que é uma mistura dos cartões amarelo e vermelho.

– Realmente, são umas mudanças bem radicais.
– Mas tudo é fruto da interpretação da regra original. A mudança mais importante é que nós não acreditamos que se um jogador pegar ou conduzir a bola com as mãos seja uma infração.

– Mas isso vai contra o próprio nome do jogo. Foot é pé em inglês…
– Tudo bem. Mas o futebol americano é jogado quase todo o tempo com as mãos. Isso é só um detalhe.

– Interessante. Essa conversa me deu algumas idéias.
– Porque?

– Lembra que eu jogava basquete? Pois é. Eu também discordava de algumas regras, mas, diferente de você, me afastei e virei um jogador não praticante. Até me falaram que eu deveria conversar com pessoas que jogavam há mais tempo que eu e poderiam me explicar melhor o porquê das regras. Mas achei que isso tudo era papo furado e preferi me afastar. Agora você me mostrou que posso seguir meu próprio caminho, inventar minhas próprias regras e até montar um grupo que posso convencer que estou certo.

– É isso aí. Mas não se iluda. Depois que criei meu próprio grupo já tivemos algumas dissidências internas que resultaram na formação de outros grupos. Uns traidores, sabe? Pra você ver como eles não tem coerência com o que defendem, já existem os dissidentes dos dissidentes.    (Texto em: http://fredegulhos.wordpress.com/2009/12/12/esportista-nao-praticante/)

Reflexão por Fabão:

Este texto foi escrito pelo meu irmão Fred e publicado em seu blog, Apesar do comentário final informar que se aplica a qualquer religião, vou trazer a reflexão para o Catolicismo, já que este é um site católico.

O texto parece sem sentido, não é? Ninguém jamais ousaria contestar a autoridade da FIFA em determinar as regras do futebol. No entanto, na vida espiritual, muitas pessoas se dizem católicas mas se consideram mais sábias que a Igreja. Quantas vezes não ouvimos algo como “eu sou católico mas não concordo com a Igreja em algumas coisas”, ou então “eu vou à missa, mas não sigo nada do que a Igreja ensina”? Ou pior, a aberração do “católico não praticante”?

São católicos que contestam a autoridade da Igreja, que foi fundada por Nosso Senhor Jesus Cristo (Mt 16, 18) e que recebeu a autoridade também de Jesus (Mt 16, 19 e Mt 28, 18-20), e que manifesta essa autoridade por meio da Sagrada Tradição e do Sagrado Magistério (2 Tim 2, 2). E essa atitude incoerente se tornou tão comum que não percebemos que é tão absurdo como um jogador profissional de futebol dizer que joga, mas não segue as regras.

Afinal, a minha subjetiva e limitada análise do mundo e da postura da Igreja é mais válida que a análise da Igreja, que tem autoridade dada pelo próprio Cristo, o auxílio infalível do Espírito Santo (Jo 16, 12-13), além de dois mil anos de filosofia e teologia desenvolvidos e fundamentados nessa autoridade e nesse Espírito? Seriam esses “católicos” (entre aspas mesmo) mais sábios que a Igreja Una, Santa, Católica e Apostólica?

Por fim, alguém já viu um budista, espírita, judeu, muçulmano ou mesmo um macumbeiro não praticante?

Fiquem com Deus!

Fabão

Natal 2009

Posted in Igreja on dezembro 23rd, 2009 by Fabão – Comentários desativados

Que o Senhor nos abençoe, para que tenhamos um feliz e santo Natal! E um 2010 repleto da Graça!

presépio

Habemus Papam!!!

Posted in Igreja on junho 10th, 2009 by Fabão – 1 Comment

Sem dúvida foi a Providência que nos deu Bento XVI!

Somente um teólogo “do primeiro time” para falar a um mundo tão irracionalmente racionalista e tão dogmaticamente arreligioso. Compartilho com vocês um trecho da oração do Angelus do dia 07/06/2009, domingo da Solenidade da Santíssima Trindade.

“La prova più forte che siamo fatti ad immagine della Trinità è questa: solo l’amore ci rende felici, perché viviamo in relazione per amare e viviamo per essere amati. Usando un’analogia suggerita dalla biologia, diremmo che l’essere umano porta nel proprio “genoma” la traccia profonda della Trinità, di Dio-Amore.”

Numa tradução fabônica – “A prova mais forte que somos feitos à imagem e semelhança da Trindade é esta: só o amor nos faz felizes, porque vivemos em relação para amar e vivemos para sermos amados. Usando uma analogia sugerida pela biologia, diríamos que o ser humano leva no próprio genoma a marca profunda da Trindade, do Deus-Amor”.

Poesia pura!

Viva São José

Posted in Arte por toda parte, Igreja on março 20th, 2009 by Fabão – 1 Comment

Um lindo poema, em homenagem a São José, castíssimo esposo da Virgem Maria, tão justo e santo que foi escolhido por Deus para educar Jesus, padroeiro do Ceará, cujo dia foi comemorado ontem.

Que quando eu casar eu possa ser José para minha esposa.

Em tempo: o poema foi visto por mim aqui.

Os dois abraços
(Antônio Carlos Santini)

Inda se vê no céu a estrela matutina
A despedir seus raios sobre Nazaré
E já trabalha e sua o bom José:
Um tanto ferreiro, um tanto carapina

Inda é bem cedo: o galo da manhã clarina,
Convida o burgo pobre a se postar de pé.
Fina fumaça esfuma o céu, da chaminé
Da casa de maria, aos fundos da oficina.

Entra o menino e abraça o pai devagarinho…
E a túnica do pai recende a cedro e pinho,
O cheiro da floresta quando a chuva cai…

Se um dia, no calvário, ele abraçou a cruz,
Por certo há de se lembrar, o salvador Jesus,
Que tinha esse perfume a túnica do pai…

(Petrópolis – 12-02-99)

Rogai por nós, Santíssimo José, para que sejamos dignos das promessas de Cristo!