Eu e meu ego

Fáibio

Posted in Coração de Papelão, Eu e meu ego, Fofinhos on outubro 26th, 2011 by Fabão – Be the first to comment

Acordei ontem assustado com o toque do celular e a primeira coisa que escuto:

(Fredegulhos): Lívia, qual o nome do Tio Fabão?

(Lívia): Fáibio!

Valeu o susto! ^_^

Evitar a fadiga…

Posted in Eu e meu ego, Hora do recreio on setembro 15th, 2011 by Fabão – Be the first to comment

Férias chegando! ^_^

Há tempos não posto nada, e provavelmente nas próximas duas semanas não postarei.

Então relaxem e aproveitem as férias. É o que eu farei! hahahahahahahaa

PS: Nesse período, estarei eventualmente no Facebook. Ou não… ;-)

Facilidade e dificuldade

Posted in Eu e meu ego, Hora do recreio on fevereiro 25th, 2011 by Fabão – 2 Comments

Há coisas que facilitam a vida, como segurar shift para executar ações em série e fazer um VCE construir 5 depósitos de suprimento, um atrás do outro, e não se preocupar com suprimento pelo resto da missão.

Há coisa que dificultam a vida, como o driver de vídeo não estar atualizado e o jogo travar por causa disso.

Mesmo assim Starcraft 2 é massa! ^_^

Diálogo

Posted in Coração de Papelão, Eu e meu ego, Hora do recreio on fevereiro 18th, 2011 by Fabão – Be the first to comment

Ontem tive uma das melhores conversas da minha vida. Fez um bem danado! ^_^

Algumas pessoas não conversam, outros descobrem bem cedo, como essa aqui:

Aparando arestas

Posted in Coração de Papelão, Eu e meu ego, Refletindo on fevereiro 13th, 2011 by Fabão – Be the first to comment

É difícil ser colocado frente a frente com seus defeitos, e mesmo que você não tenha necessariamente sido o estopim do problema, você contribuiu com seus erros do passado.

Foram palavras impensadas, atitudes soberbas e, até certo ponto, egoístas. Certamente eu gostaria de ser perfeito, porém sou tão orgulhoso que não aceito meus próprios defeitos (que Deus me perdoe e me ajude).

E mesmo que essas atitudes tenham ficado no passado, repercutem e reverberam no presente. Se pudesse, eu voltaria no tempo e desfaria várias das coisas que fiz, e desfalaria muito do que falei. Calaria mais, ouviria mais e falaria com outras intenções. Acontece que não posso.

O que posso fazer é lidar com meu passado e construir o futuro, vivendo o hoje e tentando acertar, mesmo tendo errado tanto.

O domingo começou alegre. Termina triste, mas esperançoso.

Hai-cai sem querer

Posted in Arte por toda parte, Eu e meu ego on dezembro 16th, 2010 by Fabão – Be the first to comment

Fiz um pseudo hai-cai hoje. E só percebi meia hora depois! hahahahaha

Aqui no trabalho há uma senhora que faz docinhos e vende-os. Hoje ela passa duas vezes por semana. Aí hoje ela passou, perguntei à minha esposa se ela queria e rimei sem querer:

Quer docinho?

Só tem dois

Neston e leite ninho

quer docinho? 14:27
só tem 2
neston e leite ninho

Santidade, vontade e vocação

Posted in Eu e meu ego, Igreja, Refletindo on novembro 15th, 2010 by Fabão – Be the first to comment

Pessoas, segue texto meu publicado no Tau Francisco!

PS: Ontem foi meu dia! Parabéns para mim! ^_^

Santidade, vontade e vocação

Meus amigos leitores do Tau Francisco, eu gostaria de retomar essa coluna com uma reflexão que é também um testemunho.

 No Dia de Todos os Santos, Frei Marcelo falou sobre a santidade na homilia da missa de 12h15 do nosso Santuário de São Francisco de Assis. Uma reflexão interessante e propícia, sobretudo para mim. Explico…

Havia há anos uma pessoa na Igreja que me chamava de “meu santo”. Era “bom dia, meu santo!”, “como vai, meu santo?”… Isso me incomodava profundamente, porque eu sei do meu pecado, e cada “meu santo” que eu ouvia da boca desse meu amigo era como um espinho entrando na minha alma para me lembrar que de santo eu não tinha nada.

Mais ou menos por essa época eu tomei uma atitude que teve como uma das conseqüências o fim de um coral de que eu fazia parte. Conversando sobre isso com uma amiga, ela me disse: “Fabão, eu conheço você há anos e sei que você não tem maldade no coração. Sei que você não queria nada disso”. Mais uma vez minha alma se contorceu em dor, porque eu conhecia a maldade que havia no meu coração.

Essa postura acontecia porque eu tinha uma mentalidade de barganha com Deus. Eu pensava “vou jejuar para que Deus me perdoe”, “vou rezar para que Deus me santifique”, “vou fazer algo para que Deus faça algo por mim”. Eu não entendia verdadeiramente a gratuidade do amor de Deus. Eu não tinha a menor idéia de que a minha santidade ou o meu pecado dependiam mais das minhas intenções e da minha vontade que dos meus atos.

Eu estava preso numa “pragmática da salvação” e negociava com Deus. Eu tinha um pensamento de fariseu, porque eu achava que o cumprimento da vontade de Deus se limitava à lei, à prática. Tenho certeza que, se eu enxergasse o que havia de bom em mim, eu me tornaria fariseu por completo.

Conforme o tempo foi passando, e fui aprendendo um pouco mais sobre o nosso Deus e buscando viver mais a fé, fui entendendo que essa minha cobrança não faz o menor sentido. Claro que não sou perfeito, claro que não sou perfeitamente puro de coração. É claro que eu peco. Mas o mais importante eu tenho: eu quero ser santo, eu quero que meu coração seja purificado.

Só que anos de cobrança não vão embora de repente. Anos de uma postura psicológica e espiritualmente nociva não se transformam de uma hora para outra em profunda serenidade e paz de espírito.

Por isso, foi importantíssimo (para mim, repito) ouvir o Frei Marcelo dizendo que a santidade está na vivência da própria vocação. Se eu sou casado, cuidar da minha esposa e cuidar dos filhos que um dia, se Deus quiser, teremos já é abraçar essa proposta de vida de santidade, já é um ato de santificação. A grande diferença está em não fazer isso por obrigação, mesmo que a promessa que fiz pelo Matrimônio me obrigue a essas coisas, mas por amor.

Hoje não vejo Deus como um operador de caixa registradora, registrando pecados e atos de caridade, vícios e virtudes, para cobrar o preço adequado. Hoje eu sei que o que tenho de bom é graça de Deus, e sei que meus atos em si não vão me santificar ou me condenar, mas esses atos, associados à intenção com que os executo, e ás circunstâncias, poderão se tornar canal da Graça de Deus para mim e para os outros, ou poderão fechar meu coração para a ação do Espírito Santo.

Hoje eu abraço minha vocação como Cristo abraçou a Cruz, ou seja, não vejo os deveres inerentes ao Matrimônio como uma obrigação, mas como obra e graça de Deus na minha vida, e quero cumprir esses deveres com alegria, por amor e com o coração disponível, gratuitamente.

Que Deus me ajude a ser cada vez menos fariseu, e cada vez mais cristão!

Sashimi

Posted in Eu e meu ego, Loucuras e Sandices on outubro 20th, 2010 by Fabão – 1 Comment

Acho sashimi de salmão um negócio meio sem graça. #prontofalei

Meu preferido é atum! Diliça! ^_^

Um ano

Posted in Coração de Papelão, Eu e meu ego on setembro 19th, 2010 by Fabão – 1 Comment

Há um ano eu me casei. Há um ano eu abri mão da minha individualidade, e descobri minha identidade. Há um ano eu sou eu plenamente.

Essa é a verdade que descobri com o casamento, que abrindo mão de mim eu descubro quem realmente sou, e me encontro. Essa é a lição que nem todos entendem, e que a sociedade atual renega e repudia, a lição de que nossa felicidade está no outro, e não em nós.

Vivo hoje para minha família – por enquanto minha família é minha esposa, pois os filhos virão quando e como Deus quiser –, e vivo muito melhor que quando vivia somente para mim. Sair do próprio umbigo é uma experiência cansativa, que pode ser também dolorosa, mas extremamente proveitosa e recompensadora.

Descobri também que o casamento realçou minhas características. Percebi que sou mais individualista que gostaria, que sou mais teimoso do que gostaria, que sou mais paciente do que imaginava, e ao mesmo tempo mais impaciente com coisas específicas. Percebi que sou engraçado, brincalhão, preocupado, impulsivo, exigente, perfeccionista, extrovertido, carinhoso e muito nerd.

Isso pode ser óbvio para todos que convivem comigo, mas com o casamento eu fui levado a refletir, e percebi isso num nível que eu não havia alcançado ainda. E foi muito bom, pois aprendi que sou melhor do que achava que era, e ao mesmo tempo percebi que tenho muitas coisas a melhorar, e essa melhora já se iniciou.

Vou me tornar perfeito porque me casei? Provavelmente não. Mas vou me tornar uma pessoa melhor, e justamente por causa do casamento. Porque me encontrei, me vi, me observei, e porque decidi crescer com/para/por minha família. Essa é minha vocação, “que Deus me ajude a cumprir esta promessa”.

Naturalmente, eu não passei a existir só após o casamento. Venho de uma família que me ensinou a amar, que me mostrou a fé, que me amou e me formou. Esses valores aprendidos desde o berço é que me levaram a buscar um casamento santo, e Deus me deu a enorme graça de ter uma esposa que busca a mesma coisa.

À minha esposa, minha família, minha Maria: AMO VOCÊ, e quero amar cada vez mais, “como Cristo amou a Igreja”!

Parabéns!

Posted in Coração de Papelão, Eu e meu ego on julho 16th, 2010 by Fabão – Be the first to comment

Ontem foi o Dia Internacional do Homem!!! Viva nóis! \o/