Eu, noivo!

Noivei! Agora não sou mais solteiro, oficialmente. Estou em fase de adolescência conjugal, pois não sou mais “apenas” namorado, mas ainda não sou marido.

Recentemente conversando com minha noiva, ela me perguntou se eu achava que nós dois estávamos preparados para dar esse passo.

[pausa para digressão]
De vez em quando a Leslie me faz essas perguntas sobre as questões mais inerentes ao ser humano, sobre a origem do universo e sobre o sentido da vida… Invariavelmente fora de contexto.

Exemplo – Estamos na pizzaria, conversando amenidades, contando como foi o dia e ela solta, do nada: “Amor, eu te faço feliz?”

Às vezes parece que ela não estava prestando atenção no que eu estava falando, às vezes parece que ela não regula muito bem, às vezes um pouco dos dois… :-P hahahahaha
[/pausa para digressão]

Então, onde eu estava? Ah, sim… Leslie me perguntou se estávamos preparados. Eu respondi a ela o que penso. Creio que não estamos preparados, mas que vamos estar no dia. Se todos fossem ficar esperando estarem preparados para casar, ninguém casava. A mesma coisa vale para quem vai ter filho.

O noivado é a gravidez do Matrimônio, é a preparação para o nascimento de uma família. Da mesma forma que os pais têm nove meses para se prepararem para a paternidade/maternidade, os noivos se preparam para o casamento.

Agora Leslie e eu estamos nos preparando para casar, e estou muito feliz de dar esse passo com ela. Queremos ser esposos santos para Deus e um para o outro. Queremos que nosso casamento seja ferramenta da nossa santificação. Queremos honrar e obedecer ao Senhor e à Santa Igreja com nossa família.

Que Deus nos abençoe!

PS: A imagem da semana é do dia do meu aniversário, quando éramos noivos só no coração… ^_^

Dia dos pais II

Dia do pai ou da mãe é sempre dia da família. Então vai um post reflexivo…

É preciso resgatar o conceito de família, que hoje parece ser uma instituição em acelerado processo de falência, pois os próprios cônjuges já não acreditam na perenidade da relação, nem estão dispostos a lutar por essa perenidade.

O que era “vamos namorar para ver se vai dar certo” (o que é natural, diga-se de passagem), virou “vamos casar para ver se vai dar certo” (o que é uma total aberração, diga-se de passagem…). E essa postura é uma das muitas causas da desestruturação da instituição familiar tradicional.

Padre Zezinho observou isso muito bem e fez uma música linda, chamada Utopia, que reproduzo abaixo, com negrito nas minhas frases preferidas… Se todos lessem esta letra pensando a respeito, talvez algumas postura mudassem…

Das muitas coisas
Do meu tempo de criança
Guardo vivo na lembrança
O aconchego de meu lar
No fim da tarde
Quando tudo se aquietava
A família se ajuntava
Lá no alpendre a conversar

Meus pai não tinham
Nem escola e nem dinheiro
Todo dia o ano inteiro
Trabalhavam sem parar
Faltava tudo
Mas a gente nem ligava
O importante não faltava
Seu sorriso, seu olhar

Eu tantas vezes
Vi meu pai chegar cansado
Mas aquilo era sagrado
Um por um ele afagava

E perguntava
Quem fizera estrepolia
E mamãe nos defendia
E tudo aos poucos se ajeitava

O sol se punha
A viola alguém trazia
Todo mundo então pedia
Pro papai cantar pra gente
Desafinado
Meio rouco e voz cansada
Ele cantava mil toadas
Seu olhar no sol poente

O tempo passa
E eu vejo a maravilha
De se ter uma família
Quando tantos não a tem
Agora falam
Do desquite ou do divórcio
O amor virou consórcio
Compromisso de ninguém

Há tantos filhos
Que bem mais do que um palácio
Gostariam de um abraço
E do carinho entre seus pais
Se os pais amassem
O divórcio na viria
Chame a isso de utopia
Eu a isso chamo paz.

O amor e as "cartomantes"

Hoje, como muitas vezes antes, passei por um cartaz dessas “cartomantes” na rua. Mas hoje, dediquei uns minutos para pensar a respeito, e partilho com vocês minha reflexão.

O cartaz, como sempre, falava de tudo o que a suposta mística fazia. Aparentemente, além dos conhecimentos em práticas religiosas cigana e africana (tarô e búzios) ela era especialista em “amarração para o amor.

Isso era particularmente evidente pelo destaque que o cartaz dava para a seguinte frase: TRAZ A PESSOA AMADA NA PALMA DA MÃO. (a caixa alta e o negrito são do cartaz, não meus…)

A conclusão a que cheguei é que a pessoa que anseia por ter “a pessoa amada na palma da mão”, e que está disposta a recorrer à magia para tal, não conhece o amor. Essa pessoa não sabe o que é amar ou ser amada. Nem ela nem a “cartomante”, se for sincera em seu “trabalho”, o que duvido.

O amor conjugal (descobri recentemente), assim como o amor entre os namorados, nasce da disposição entre os amantes/amados de doar-se inteiramente ao outro, de pôr-se na palma da mão do outro, sem desejar necessariamente (como se fosse uma condição inegociável) que o outro esteja na palma da minha mão.

Uma vez que o outro ponha-se na palma da minha mão (como conseqüência natural desse amor-doação, sem cobranças nesse sentido), cuidarei dele como de um precioso tesouro.

E é nessa doação mútua que o amor nasce, cresce e se fortalece, e tende a permanecer. Se Deus é amor, a atitude egoísta de desejar uma pessoa na palma da minha mão a qualquer custo não pode ser considerada atitude de quem ama.

Será que quem procura os “serviços” dessa “feiticeira” tem esse entendimento? Minha tendência é achar que não.

Minha namorada

Esses dias minha namorada (que quase nunca entra no blog, e que já era assim na época em que eu atualizava com mais freqüência…) me disse que só ia entrar no blog quando eu falasse dela. Agora, depois de uma hora e vinte minutos ao telefone, colocando o namoro em dia, vou falar dela. ^_^

Aos três meses de namoro eu disse isso aqui:

“Ela que é minha amiga, namorada, companheira. Que me entende e me completa. Que me faz querer ser melhor. Que tem o melhor cheiro do mundo e com quem a conversa nunca acaba! (e nem cansa!)”

Hoje, com mais de 3 anos de namoro, eu só posso agradecer por Deus ter me dado essa pessoa tão maravilhosa e compreensiva, e tão dedicada ao nosso relacionamento.

Ela sabe quem eu sou, mesmo aquelas coisas que eu só contaria a um padre, em confissão, ou sussurraria na escuridão de um vale no deserto. E, mesmo sabendo quem eu sou (ou apesar de…), me aceita e me ama. E me faz muito feliz!

É com ela, e só com ela, que eu quero envelhecer. É ao lado dela que eu quero me aprender, e aprendê-la, cada dia mais. E é só com ela que eu estou disposto a recomeçar. Sempre!

Meu amor, seja como seu namorado, rolo, ficante ou (quem sabe) marido, minha felicidade é ver o seu sorriso. Minha alegria é fazer você feliz. E eu espero que eu possa te dar mais e mais felicidades pelos anos que vêm por aí.

Amo você!

Morre o Sr. Miyagi

Gente, essa não é uma notícia bizarra, nem piada. É uma pausa para uma notícia triste. Rezo pra que Deus o receba no céu.
Beijos a todos
Fabão

Morre Pat Morita, o senhor Miyagi de “Karatê Kid”
Morreu na noite desta quinta-feira o ator Pat Morita aos 73 anos, que ficou mundialmente famoso ao viver o senhor Miyagi na série Karatê Kid. Noriyuki Morita, nome verdadeiro do ator, morreu de causas naturais em sua casa na cidade de Las Vegas, Nevada, informou sua mulher, a atriz Evelyn Guerrero. Os dois estavam casados desde 1993.
Filho de imigrantes japoneses, Morita nasceu na Califórnia. Durante a Segunda Guerra Mundial, juntou-se aos milhares de japoneses e nipo-americanos que foram perseguidos em território norte-americano. Em 1967 iniciou sua carreira como ator no sériado cômico Happy Days.

Foram quase vinte anos trabalhando em papéis menores até chegar ao estrelato. Em 1984, Morita deu vida ao zelador bom de briga Kesuke Miyagi em Karatê Kid. O sucesso do filme estrelado por ele e Ralph Macchio no papel de Dainel-san garantiu fama instantânea a Morita.

Nos dez anos seguintes, participou de mais três seqüências da franquia, todas ao lado de Macchio, com exceção do quarto filme protagonizado pela então inciante Hilary Swank (ganhadora do Oscar de melhor atriz em 2004 com Menina de Ouro). Ele também fez a voz do Imperador da animação Mulan.

Voluntariado

Ok. Todo mundo vai falar (ou, pelo menos, os dois que acessam…) que eu demoro demais pra atualizar esse negócio, mas eu não posso fazer nada. Atualizo quando consigo, e isso é tudo o que eu posso garantir. Me desculpem se os faço esperar, mas com certeza eu não desisti disso aqui não. Além do mais, o post de hoje é bem grande, e deve valer por uns dias, né? :-)
Essa terça, dia 22/03, eu fui a uma reunião com vários colegas (empregados Caixa, orientadores de adolescentes do programa Adolescente Aprendiz) no Conjunto Cultural da Caixa, para o lançamento do Programa Voluntariado Caixa – Nós Podemos. Além de ser um programa fantástico, com a Caixa incentivando seus empregados a adotarem ações de voluntariado, ouvimos testemunhos da senhora Maria Gertrudes Gomes (voluntária no Hospital Infantil Joana de Gusmão, em Florianópolis) e da Nathália (não sei o sobrenome, ela teve um câncer e foi curada).
A princípio pode parecer comum, mas o que essas mulheres falaram foi fantástico. Principalmente a Dona Gertrudes. E serão partes do testemunho dela que eu comentarei hoje.

“Procurei a mim e não me encontrei. Procurei a deus e não O encontrei. Procurei ao próximo e encontrei os três.” Essa foi uma das citações que ela fez. Eu achei particularmente interessante porque essa é a essência do voluntariado, realizar-se no serviço ao próximo.

“O que Deus nos deu não é para nós apenas.” Eu tenho um disco (de música católica para crianças) com uma música que tem um refrão assim: “O que eu tenho de bom é pra dar aos meus irmãos.” E mais uma vez vemos a idéia do voluntariado e da doação. Usar os nossos dons pelo bem do próximo.

“Quando chegarmos à casa do Pai, não vamos poder levar nossas carteiras ou contas bancárias, mas vamos poder levar as mãos cheias do Bem que procuramos fazer.” Fantástico!!! Especialmente porque Deus não tem, como as empresas de hoje em dia, “foco no resultado”, mas tem (me perdoem os administradores mais puristas) “foco na intenção de sucesso” e “foco no esforço”. Não vamos levar as mãos cheias do bem que efetivamente fizemos (ainda que ele faça parte do pacote), mas do Bem que procuramos fazer. O que importa é querer acertar, e tentar acertar. É com essa “vontade de Bem” que Deus está preocupado, não com os seus resultados.

Beijos a todos e até a próxima

Desculpas e outras coisas…

Bem, antes de mais nada, desculpem a demora em atualizar… É que eu estive com problemas no computador… Mas agora voltei com carga total, nos dois blogs e no flog. :-)

Hoje eu vou postar a mensagem deixada por uma colega de trabalho que se aposentou ontem. Ela é uma pessoal maravilhosa, um exemplo para mim e deixou uma mensagem que mostra porque eu penso isso dela. Aproveitem.

Queridos colegas,

ONTEM É HISTÓRIA. AMANHÃ É FUTURO. HOJE É UMA DÁDIVA.

NÃO IMPORTA SE VAMOS DEVAGAR; O IMPORTANTE É NÃO PARAR. (Confúcio)

Graças a Deus estou indo!

Foi muito bom passar meus últimos dias na Empresa com vocês. Aprendi muito e treinei muita coisa boa que aprendi pela vida e pela empresa.

Também desejo a cada um de vocês todo o sucesso e felicidade que eu sei que vocês merecem.

Trabalhem com dedicação, mas em paz; lembrando que Deus está cuidando de vocês.

E AMEM-SE! Amem os chefes, os clientes e os colegas, pois esse é o segredo para se superar todos os obstáculos e todas as metas.

E PODEM CONTAR COMIGO!

Um grande abraço e até breve!


Ana Maria de Lima Cordeiro

Casamento

“Quando Manwë sobe ao seu trono e olha em volta, se Varda estiver a seu lado, ele vê mais longe do que todos os outros olhos, através da névoa, através da escuridão e por sobre as léguas dos mares. E, se Manwë estiver com ela, Varda ouve com mais clareza do que todos os outros seres o som de vozes que gritam de leste a oeste. dos montes e dos vales, e também dos locais sinistros que Melkor criou na Terra.”

É isso que eu quero, um relacionamento que me torne uma pessoa melhor e que me complete! Essa foi uma das reflexões de uma palestra que eu dei ontem.

Beijos

Fabão

Valsa Brasileira

Bem, muita coisa aconteceu desde o último post, até porque fazem milhões de anos, né? (preciso tomar vergonha…) :-)

Acho que a maior mudança foi começar um namoro! (é bom demais!)

E acho que por isso que tem uma música do Chico que não sai da minha cabeça nem por decreto nos últimos dias! A música chama-se Valsa Brasileira. É do Chico com o Edu Lobo e está no disco “Chico Buarque e Edu Lobo – Álbum de Teatro”. Aí está então, pra vocês curtirem.

Bjos

Fabão

Valsa brasileira

Vivia a te buscar

Porque pensando em ti

Corria contra o tempo

Eu descartava os dias

Em que não te vi

Como de um filme

A ação que não valeu

Rodava as horas pra trás

Roubava um pouquinho

E ajeitava o meu caminho

Pra encostar no teu

Subia na montanha

Não como anda um corpo

Mas um sentimento

Eu surpreendia o sol

Antes do sol raiar

Saltava as noites

Sem me refazer

E pela porta de trás

Da casa vazia

Eu ingressaria

E te veria

Confusa por me ver

Chegando assim

Mil dias antes de te conhecer