Coração de Papelão

Parabéns!

Posted in Coração de Papelão, Eu e meu ego on julho 16th, 2010 by Fabão – Comentários desativados

Ontem foi o Dia Internacional do Homem!!! Viva nóis! \o/

O dia

Posted in Coração de Papelão, Refletindo on julho 1st, 2010 by Fabão – Comentários desativados

Hoje foi um dia monotemático, mas mesmo assim não foi monocromático.

Viver é bom! ^_^

Dia das Mães

Posted in Coração de Papelão, Eu e meu ego on maio 7th, 2010 by Fabão – Comentários desativados

Eu sei que o dia das mães é só no domingo, mas este fim de semana vai ser corrido, e eu não sei se consigo postar, então a homenagem vai hoje.

Mãe, obrigado por tudo! Que Deus lhe abençoe e recompense com o céu o seu esforço, suas orações, suas noites em claro e sua preocupação.

Minha mãe…

 Minha mãe me ensinou a ser homem, antes de tudo. E me ensinou que ser homem não é suportar ou realizar mais que os outros, mas ser humano tão somente.

 Minha mãe me ensinou que eu não sou perfeito, mas sou amado mesmo assim. E me amou mesmo quando eu não me amava tanto, e quando eu achei que não merecia.

 Minha mãe me ensinou que a oração é prioridade, e que meus projetos são de Deus antes de serem meus. E me disse que eu posso tudo, basta entregar a Deus o que não consigo.

 Minha mãe me ensinou que dia das mães e dos pais é dia da família. E me ensinou que a família começa no casal, e que um casal deve resolver todos os seus problemas antes de dormir, para que ninguém durma sem o perdão do outro.

 Minha mãe me ensinou que uma grande mulher só está atrás de um grande homem quando ele precisa ser sustentado. E me contou que quando ela precisou ser sustentada, meu pai foi homem o suficiente para postar-se atrás dela.

 Minha mãe me ensinou a falar, mas também me ensinou a beleza do silêncio.

 Minha mãe me ensinou a andar sozinho, mas sempre me deu a mão quando meus passos vacilaram.

 Minha mãe, junto com o meu pai, me ensinou a amar e me deu o amor que carrego comigo, para comunicar a todos.

 Obrigado mãe, pelo homem que sou. Que Deus me dê sabedoria para lhe dar netos criados com o mesmo amor que eu aprendi na nossa casa.

 Amo você!

Seu filho. Sempre.

Quando você crescer

Posted in Coração de Papelão on março 29th, 2010 by Fabão – 1 Comment

Uma carta muito bonita que uma mãe escreveu para sua filha. Encontrei aqui.

Quando você crescer – Carta para Emília

Ainda grávida, depois de saber que era você que eu estava esperando, via crianças na rua e pensava em você. Via as menininhas de pouco mais de um ano, com o andar desajeitado, e imaginava você nessa fase. Via crianças um pouco maiores, brincando nos parquinhos, andando de bicicleta, e pensava em você. Mas não eram só as crianças que me faziam imaginar como você seria. Quando via meninas de doze, treze anos, ou até adolescentes andando pela rua de mãos dadas, tênis, shortinho, conversando bastante, pensava em você também.

Esta carta, Emília, é para quando você estiver nessa fase linda e difícil.

Parece que faz pouco tempo que era eu, caminhando na rua à tarde num dia de semana, indo para a casa de alguma amiga. Depois que a infância acaba, o tempo começa a correr de outro jeito. Quando a gente é criança, dá pra se sentir meio Peter Pan. Parece que aquilo nunca vai acabar. A gente não “está” criança. A gente “é” criança, assim como a gente é mulher e vai sempre ser assim.

Quando escrevo este texto, você está ao meu lado, dormindo no seu carrinho, só de fralda porque faz calor. Você ainda é carequinha, não usa brincos, mas já tem um jeitinho delicado de menina.

Desde que você foi concebida, sempre pensei na sua vida como um todo. Desde agora, quando você ainda é um bebezinho, até os 90 ou 100 anos que você vai viver, quando eu já não estarei aqui para te acompanhar. Logo você vai engatinhar, e depois andar. E no próximo ano certamente vou ouvir suas primeiras palavras. E vamos fazer todas aquelas coisas que os pais sonham em fazer com os filhos: passear no parque, ir à praia, ir ao teatro, ir ao clube.

Mas, quando eu menos esperar, tudo isso terá acabado e você será uma mulher. Antes que isso aconteça, você vai passar por uma fase de transformação. Aí vão surgir as dúvidas sobre quem você é. Você vai começar a buscar sua própria identidade, que não será nada que eu ou seu pai criamos para você, nem nada que as outras pessoas possam te oferecer. Vai ser algo que você vai descobrir sozinha e que vai te separar definitivamente de nós.

Não te gerei pra mim. Te gerei para que você siga seu próprio caminho. Durante alguns anos da sua vida, te conduzirei. Mas haverá um momento em que você vai soltar a minha mão e vai tomar a mão de outro, que vai andar ao seu lado.

Nesses últimos dias, você com dois meses de vida, me separei de você por algumas horas. Eu estava ali, na academia de ginástica na frente de casa. Dá pra ver da nossa varanda. Mas eu estava sozinha, pela primeira vez em quase um ano, sem barriga e sem você. Eu era uma pessoa como qualquer outra, que não chama a atenção. E você ficou em casa, com seu pai, e nem deu pela minha falta.

Não vou mentir dizendo que foi terrível. Não foi. Foi bom, na verdade. Suei, como não suava há 11 meses, e voltei pra casa renovada. Olhei pra você, e achei você ainda mais parecida com seu pai. Tomei banho e fui cuidar de você.

Ficar longe de você durante uma hora, a poucos metros de distância, é apenas um pequeno exercício para o que um dia será inevitável.

Depois que você nasceu, eu deixei de ser a pessoa mais importante do mundo para mim mesma. Sempre cuidei de mim, e só de mim. As pessoas que amo, seus avós, seus tios, seu pai, não dependem de mim. Já você, minha pequena, não sobrevive sozinha. Eu sou inclusive seu alimento. E agora é você antes de qualquer coisa. É você antes de mim. Interrompo a minha refeição pra te dar a sua. Interrompo o meu sono pra garantir o seu. Sinto dor nos braços pra te acalentar quando a dor é sua.

Você não vai se lembrar desses dias, assim como eu não me lembro de quando sua avó me ninava nos braços e cantava para mim. Mas esse amor vai ficar gravado pra sempre no seu coração, em algum lugar bem fundo que a nossa memória não consegue alcançar, da mesma forma que o amor da minha mãe por mim ficou marcado.

Hoje você sorri pra mim, vem pros meus braços sem reclamar e vai aonde eu te levo. Você jamais fica com raiva de mim ou triste comigo. É fácil. Mas, mesmo eu me dedicando inteiramente a você, você ainda não tem a capacidade de me amar de verdade, desse amor que às vezes fica mesmo bravo com o outro. Desse amor que vai durar mesmo quando a gente se desentender, mesmo quando eu te disser “não”. Mesmo quando a gente estiver longe, muito mais longe que a academia da esquina.

É maravilhoso ter você assim, pequenininha, e ver seu desenvolvimento. Mas não quero lamentar seu crescimento, como se estivéssemos perdendo alguma coisa.

Ultimamente tenho pensado muito em você. Você não vai ser sempre esse bebezinho dócil, e um dia vamos brigar. Mas, e daí? Amo você agora, esperando pelo dia em que você vai poder me amar de volta, espontaneamente.

Quando as Coisas Acontecem

Posted in Coração de Papelão, Igreja, Refletindo on março 24th, 2010 by Fabão – Comentários desativados

Li um artigo no excelente Uma só carne. O artigo é do seminarista Valdoir dal Berto, dos Legionários de Cristo, e fala sobre o amadurecimento do relacionamento entre homem e mulher.

Ler um seminarista comentando o assunto com essa maturidade me faz pensar como algumas pessoas podem achar que padres não podem opinar sobre relacionamento homem-mulher, já que não podem tê-lo. Falácia.

Que tenhamos, com a Graça de Deus, relacionamentos cada vez mais maduros. Amém!

Segue o artigo completo, e o link original está aqui.

Quando as Coisas Acontecem

Já passou o tempo do primeiro beijo. Beijinho pra cá e beijinho pra lá. Cadê aquele abraço? Amor como está você? Agora, só xingamentos daqui, gritos e discussões de lá. Será que tudo acabou…?

Todas as novelas de amor começam iguais: um olhar, um gesto, uma brincadeirinha. Inicia assim uma estrada a dois. Ela conhece os gostos dele: futebol, carne mal passada… Ele sabe que ela gosta de rosas vermelhas, de comer pizza no restaurante… Nos finais de semana estão juntos, e não só, se possível todos os dias uma ligadinha, uma visitinha rápida, um sms.

A doença do primeiro encontro começa quando o namoro não acaba mais; ainda não estamos falando de amor verdadeiro. Do beija-beija sentimental, que perdura por dois ou três anos até se chegar a uma decisão: e se juntamos nossas trouxas! Dizem que morar na casa dos pais da namorada virou moda. Justifica-se no amor seguro: sei onde está minha filha, com quem anda, etc. Tudo sem compromisso; quer dizer, um amor de interesses, justificado nos sentimentos, emoções, aventuras passadas juntos, conveniências. Este tipo de comportamento tem selada, como promessa, um grande fracasso.

A outra opção, a daqueles que sim se casam no papel e diante do Altar, porém na imaturidade da vida. O ponto de partida é a falta de conhecimento de si mesmo e da outra pessoa. A realidade da vida concreta pode surpreender todas as expectativas. Por exemplo, qual a reação ao primeiro grito recebido do cônjuge? Ela nunca agiu assim antes! Ou quando o marido chega com cheiro de cerveja: “Nós tínhamos combinado que nada de bebedeiras, não é?” As imagens preconcebidas, o modelo ideal que um fez do outro não se liga com a realidade.

O início desta atitude é só a ponta do iceberg, ou a bolinha de neve que começa a despencar da montanha. A avalanche mesma vai começar a se produzir. Ainda estamos falando de um amor só de interesses. A avalanche começa a engrossar quando, em seu centro, existe o egoísmo da pessoa. Pensar em si mesmo não é pecado, mas sim abusar do próprio ego. Focaliza-se só os próprios padecimentos: as coisas devem ser feitas do jeito que eu quero! O ciúme, por exemplo, escraviza na angústia egoística. “Será que meu marido me está traindo?”

Descendo a grande montanha da vida, nos encontramos com outros problemas pessoais: a vaidade. Expressões como: “eu sim faço as coisas”; “eu me sacrifico pelos filhos, enquanto você vagabundeia”. Até mesmo o fato de se achar superior ao outro: “ele está comigo só por que precisa de mim, quer ser sustentado”. Onde já não estão os dois juntos e cada um for por seus interesses pessoais, ali se monta a pior das avalanches: a destruição de uma cidade, a cidade do matrimônio.

Graças a Deus, nem tudo é catástrofe. Sempre há esperança quando se quer construir juntos uma vida inteira. Dificuldades, todos temos, a questão é como administramos essas dificuldades juntos. A sugestão nasce da experiência do amor desinteressado, ou seja, do amor de doação. Daquele amor primeiro que cada dia cresce com ações concretas. É realmente fazer o esforço por pensar no outro: quando se chega cansado do trabalho, ainda assim um esforço por dar um beijinho na esposa, dizer-lhe uma palavrinha de consolo e carinho, dizer que a comida está gostosa…

Claro que isso leva consigo um requisito: a abnegação. Palavra que os jornais, revistas e livros, e até mesmo os dicionários já esqueceram. Contudo, ab-negare: prescindir de alguma coisa negando a si mesmo. Até mesmo algo que se precisa, com tal de fazer feliz o outro, como pode ser deixar de ir jantar com os amigos para estar com a família; definir um tempo durante o trabalho para ligar para a esposa e saber como ela está; a gratidão pela comida que ela preparou… Bobagens, quem sabe, mas seria melhor classificarmos como gestos de amor.

O miolo dessas atitudes é a maturidade com a qual o casal enfrenta uma unidade a dois, que logo se transforma numa família, graças à fecundidade. Seu sucesso é a esperança no amanhã que se concretiza, cada dia, num novo sim ao amor. Quando o querer bem ao outro não aumenta, automaticamente diminui. Não pode permanecer igual ou indiferente. Quem tem um tesouro sabe apreciar. Valoriza na medida em que conhece o preço da jóia. Pelo contrário, quem joga as pérolas aos porcos é verdadeiramente tolo. Quem trai seu matrimônio é porque no fundo nunca descobriu o seu valor.

De volta!!!

Posted in Coração de Papelão, Eu e meu ego on outubro 23rd, 2009 by Fabão – Comentários desativados

Depois de 35 dias, retorno!

Aqui vai o resumo resumido, sucinto e compacto do último mês:

1) Casei. Foi massa! Haverá um post sobre a primeira refeição do casal… ^_^

2) Lua de Mel. Haverá um post específico também, falando de como ser nerd em sua lua de mel, e sobre a trilha sonora da lua de mel fabônica. Aguardem!

3) Após uma semana de licença e 3 de férias, entrei em greve. E fiquei em greve por 3 dias. Vale dizer que eu não entrei em greve porque estava cansado nem nada assim… Eu entrei em greve por estar profundamente decepcionado com a empresa em que trabalho, e essa foi minha forma de manifestar isso. Haverá um post no futuro sobre as músicas da greve, não me deixem esquecer…

Agora estou de volta, e os posts voltarão também.

Beijos,
Fabão (Versão Marido)

Agosto

Posted in Coração de Papelão, Eu e meu ego on agosto 4th, 2009 by Fabão – 2 Comments

Agosto chegou.

T menos 46 dias…

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Hoje

Posted in Coração de Papelão, Eu e meu ego on julho 20th, 2009 by Fabão – 1 Comment

Hoje, dia de Santo Aurélio, é aniversário de um ano da minha afilhada.

 

Lívia, que Deus a abençoe hoje e por todos os dias da sua vida. Que Ele lhe dê a graça da santidade, para que você possa refletir a face de Jesus por onde passar.

Um beijo do seu padrinho! ^_^

Amor nos tempos da preguiça…

Posted in Coração de Papelão, Refletindo on junho 7th, 2009 by Fabão – 3 Comments

Vivemos na época da ditadura da comodidade. Tudo é válido e permitido desde que não tire a pessoa da zona de conforto em que ela se encontra “deitada eternamente em berço esplêndido”.

- Quantos filhos vamos ter? Um ou dois, mais que isso fica difícil demais. (Sem contar que tem gente que casa mas não quer filhos nunca. É incoerente, mas existe…)

- E como fazemos para evitar os filhos “extras”? Pílula, camisinha ou qualquer outra coisa que não seja muito complicada de fazer.

- Não me entendo com meu pai? Vou parar de falar com ele, aí ele sai do meu pé.

- Não gosto da minha sogra? Vou tratar mal, e não vou nem pisar na casa dela, uma hora ela se toca.

- Não gosto de fulano? Então vou tratá-lo mal. Aí ele se afasta e eu não preciso me esforçar para tratá-lo com educação na frente dos outros.

E as pessoas continuam agindo assim, fazendo questão de não enxergar que isso não resolve o problema de ninguém, e ainda aumenta o abismo que existe entre as pessoas. Mas agimos assim para não sair da nossa zona de conforto. Parece incoerente? É… É incoerente mesmo… Achamos que nos adaptar a esses “gaps” de relacionamento demanda menos esforço que construirmos pontes sobre eles. E vamos fazendo um esforço enorme para manter as aparências enquanto empurramos a vida com a barriga.

Creio que essa postura de escolher sempre o que dá menos trabalho é o motivo de termos tantas pessoas tão carentes e tantos relacionamentos fracassados. Importante frisar que aqui não falo em relacionamento somente no sentido de relacionamento conjugal, de relacionamento homem-mulher (seja casamento, namoro ou as variedades mais superficiais que existem), mas de relacionamento interpessoal em qualquer nível ou sentido que possa haver.

Claro que no caso de um casamento, a coisa fica ainda mais séria, porque as pessoas têm a vida toda para aprender a viver em família, e acabam por formar uma família com uma pessoa que conhecem há poucos anos. Mesmo que não haja alguma patologia no relacionamento familiar, essa situação não pode ser vencida somente com boa vontade, tem que ter muito amor envolvido.

Mas as pessoas entram em todo tipo de relacionamento sem a consciência de que não há a mínima possibilidade de um relacionamento de sucesso se a prioridade é manter a zona de conforto.

A prioridade no relacionamento é o outro. Seja na amizade, no casamento, na família, no trabalho ou nos estudos a prioridade tem que ser o outro. Mas ter o outro como prioridade manda minha zona de conforto para as cucuias. E isso faz um bem danado! Porque ninguém amadurece sem sair da zona de conforto. Se não saímos por vontade própria, vamos ser empurrados para fora dela pelos sofrimentos da vida, e vamos estar menos preparados para enfrentar esses sofrimentos.

Se todos tirassem o foco da prioridade do próprio umbigo, a coisa funcionaria bem. Como não agimos assim, todos sofremos as conseqüências. Uns mais, outros menos. Só falta mesmo acordarmos para isso, para vivermos melhor conosco mesmos e, mais importante, com os outros.

 

Texto publicado no Tau Francisco em 05/06/2009.

Santo do dia

Posted in Coração de Papelão on maio 15th, 2009 by Fabão – 4 Comments

Hoje é dia de Santo Isidoro, espanhol, nascido no século XI. Sua conversão e processo de santificação se deram ao aprender a oferecer os sofrimentos a Deus. (Fonte: Canção Nova)

Mas, hoje, dia 15 de maio de 2009. século XXI, é dia de São Muel. ^_^

Bem-vindo, Samuel Pedido ao Céu. Que você cresça em Graça e Santidade, e nos ensine a vontade do Pai!