A Vida da Gente
Assisti à primeira semana da novela “A Vida da Gente”. Afora esses poucos capítulos, assisto eventualmente quando estou na casa de alguém que está assistindo. Com as outras novelas em cartaz acontece a mesma coisa, exceto que não acompanhei a primeira semana.
Na verdade sempre fui noveleiro, mas de uns anos para cá minha paciência com as novelas tem diminuído e temnho parado de asistir. Fiquei a início pensando se a qualidade das novelas havia caído com o passar do tempo, mas assistindo a uns capítulos de “Mulheres de Areia” percebi que o que aconteceu, na verdade, não foi uma redução da minha paciência, mas um aumento do meu senso crítico. Mas mesmo assim, acho que as novelas, recentemente, resolveram passar dos limites.
O estilo “novela” se caracteriza por diversas subtramas que se entrelaçam à trama central e que vão sendo “desfeitas” nos últimos capitulos. Seja na TV ou na literatura, essa é a característica que define o estilo.
A novela das “6″, que dá nome a este post, e que tem esse nome porque refletiria o que acontece na vida das pessoas comuns, é completamente inverossímil, simplesmente não dá para engolir. Na verdade, fico pensando que gostaria de conhecer as “pessoas comuns” que “inspiraram” as histórias da novela.
Isso aliado aos valores que perpassam as tramas e diálogos (na verdade falta de valores), me leva a não assistir, e não compreender porque as pessoas assistem. Mas o mundo tem muitos mistérios, e esse, para mim, é só mais um…